Poderes Institucionais da Polis: 1- Verbalizador, conduzido pela doente Gxxxlobo. 2- Curador(ex-judiciário), chefiado pelo doente Sxxxérgio Mxxxoro. 3- Legislador, nas mãos do doente Cxxxxunha. 4- Executor, comandado pelo doente Txxxemer: a palavra "curador", título desta página, não se refere a medicina embora, também, cure...(Lat. curatore.) S.m. Pessoa que tem, por determinação legal ou judicial, a obrigação de zelar pelos bens e interesses dos que, por si mesmos, não o podem fazer.
O ideal seria a fusão dois conceitos, ou seja, as Justiças Terapêutica e Restaurativa
Sobre Justiça Terapêutica
O exemplo americano
Sem eximir de forma alguma o criminoso ou minimizar a gravidade de seu ato, do ponto de vista de saúde é preciso paralelamente avaliar também o que está por trás de seu comportamento. Será que esse infrator realmente apresenta algum tipo de doença mental, como acredita a polícia? Se sim, como proceder? Este é um tema polêmico, sem sombra de dúvidas. Para lidar com esse tipo de ocorrência, diversos países, como os Estados Unidos, já adotaram as Mental Health Courts e Drug Courts, algo como Tribunais de Saúde Mental e Tribunais de Drogas.
Nada a ver com medicina mas, também, mas não para substituir os serviços de saúde...
A curadoria no caso, embora possa curar, está mais próxima da Justiça Terapêutica, ...gosto deste termo "Justiça Terapêutica", pois é disso que se trata: o crime como doença e não tão somente conciliação entre as partes.;;;;....o ideal seria a junção de dois conceitos: o de justiça terapêutica(individual) e o de justiça restaurativa(coletiva)...
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O que significa Justiça Restaurativa?
Costumo dizer que Justiça Restaurativa é uma prática que está buscando um conceito. Em linhas gerais poderíamos dizer que se trata de um processo colaborativo voltado para resolução de um conflito caracterizado como crime, que envolve a participação maior do infrator e da vítima. Surgiu no exterior, na cultura anglo-saxã. As primeiras experiências vieram do Canadá e da Nova Zelândia e ganharam relevância em várias partes do mundo. Aqui no Brasil ainda estamos em caráter experimental, mas já está em prática há dez anos. Na prática existem algumas metodologias voltadas para esse processo. A mediação vítima-ofensor consiste basicamente em colocá-los em um mesmo ambiente guardado de segurança jurídica e física, com o objetivo de que se busque ali acordo que implique a resolução de outras dimensões do problema que não apenas a punição, como, por exemplo, a reparação de danos emocionais.
Sergipano nascido em Japaratuba, aos 17 anos mudou-se para o Rio de Janeiro e iniciou carreira na Marinha. Além de marinheiro, trabalhava como lavador de bonde e também como borracheiro. Após sofrer um acidente de trabalho, processou a empresa onde trabalhava com a ajuda do advogado Humberto Magalhães Leoni, homem que o contratou para que trabalhasse como empregado doméstico de sua casa. Em dezembro de 1938, aos 29 anos, este sergipano de trajetória sofrida começou a ser assombrado por sua própria mente por alucinações.
Esta é a história de vida do artista negro, pobre e nordestino que passou mais da metade de sua vida em uma colônia psquiátrica. Seu nome: Arthur Bispo do Rosário, cuja obra é reconhecida internacionalmente. O cineasta pernambucano Geraldo Motta é quem assina a direção do longa-metragem O Senhor do Labirinto, que apresenta a realidade paralela construída por Bispo durante os 50 anos em que esteve confinado no centro Juliano Moreira, no Rio de Janeiro.
Baseado no livro Arthur Bispo do Rosário – O Senhor do Labirinto, de Luciana Hidalgo, o longa é protagonizado por Flávio Buraqui, que interpreta o momento em que Bispo é diagnosticado como esquizofrênico-paranoico. O artista, tendo a certeza de que ele mesmo era a encarnação de Jesus Cristo, fez de sua arte o cenário de sua representação, fazendo de um quarto no hospício o seu “castelo” sagrado.
Bispo era querido pelos funcionários da instituição psiquiátrica e conquistou a simpatia de Wanderley (Irandhir Santos), que o garantia agulhas, tesouras e demais ferramentas para que criasse assemblages, mantos e bordados. O Senhor do Labirinto resgata a importância do artista para a cultura nacional, apresentando ao espectador o universo do artista e a maneira que a obsessão religiosa influenciou sua produção artística.
Os trabalhos de Arthur Bispo do Rosário foram expostos ao público pela primeira vez em 1989, no Parque Lage. Nesse mesmo ano, após sua morte, o artista teve sua obra tomada como patrimônio histórico pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro (INEPAC). Suas peças já foram expostas em diversos museus do Brasil e exterior, entre eles o Jeu de Paume, em Paris, e o Victoria and Albert Museum, Londres.
Mais de uma década depois de apresentar seu trabalho de estreia, o cantor, compositor e multiinstrumentista Lucas Santtana dá sequencia a turnê de lançamento do seu quinto disco “O Deus que Devasta mas Também Cura”. O Show traz o repertório do ultimo disco mas também revisita os discos anteriores, como Sem Nostalgia, 3 sessions in a greenhouse, Parada de Lucas e Eletro Ben Dodô. No palco Lucas Santtana conta com a participação da banda Seleção Natural, formada por Maurício Fleury (teclados), Betão Aguiar (baixo), Caetano Malta (guitarra), Fernando Trz (samples e sint) e Beto Gibbs (bateria). No repertório músicas novas como Para onde irá essa noite?, É sempre bom se lembrar e Se pá ska S.P se misturam a Cira Regina e Nana, Amor em Jacumã, Lycra Limão e De Coletivo ou de Metrô. CONFIRA MAIS INFORMAÇÕES SOBRE UCAS SANTANNA NA PÁGINA DO TEATRO CCUFG